11.6.20

um rosa salmão, ligeiramente alaranjado



"E enquanto caminho sobre a areia molhada um sem fim de bolinhas de um rosa salmão, ligeiramente alaranjado, rebentam debaixo dos meus pés.
A mesma cor que pouco a pouco vai pintando as nuvens e o céu que se encosta no horizonte. É uma cor doce, suave, amena, que não chega a ser quente mas que aconchega. Tal como a temperatura deste mar e desta brisa.
Talvez tudo aqui, no fundo, seja feito dessa cor."

Daquelas paragens fiquei sem as imagens. As da máquina.
Que as da alma se mantenham sempre com as cores bem presentes.

Ayampe, Ecuador

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